Três partes da governança
Processos (políticas, conformidade, disputas e dispensas), conteúdo (bibliotecas, panorama e registro) e organização (quem decide: o conselho e as responsabilidades).
As estruturas que fazem a arquitetura ser seguida e as técnicas para decidir entre alternativas, tratar interoperabilidade, gerir riscos e engajar stakeholders.
Processos (políticas, conformidade, disputas e dispensas), conteúdo (bibliotecas, panorama e registro) e organização (quem decide: o conselho e as responsabilidades).
Dá a base para as decisões, mantém as sub-arquiteturas consistentes entre si, estabelece metas de reuso e de desempenho e garante a conformidade.
Seis componentes: board, compliance, contratos, governança, modelos de maturidade e skills framework (papéis, competências e proficiência).
Compare pelo menos duas alternativas viáveis contra critérios claros (custo, prazo, risco, princípios, migração) e registre o que se aceitou perder.
Três níveis: operacional (processos de negócio), de informação e técnica (serviços). Define-se cedo e é refinada fase a fase.
O risco antes da mitigação e o que sobra depois. Classifica-se por efeito e frequência, em uma escala definida no início.
Alto poder e alto interesse: parceiros-chave. Alto poder, baixo interesse: manter satisfeitos. Baixo poder, alto interesse: manter informados. Baixos nos dois: esforço mínimo.
Três alternativas para o cadastro: sistema central comprado, serviço de identidade ou cadastros federados. A matriz compara prazo, custo, risco de privacidade e esforço de migração. Marcelo, da TI, é "manter satisfeito": respeitar o legado e a estabilidade.
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