Pular para o conteúdo
Seção 8 de 11

Governança de Arquitetura e Gestão de Riscos

As estruturas que fazem a arquitetura ser seguida e as técnicas para decidir entre alternativas, tratar interoperabilidade, gerir riscos e engajar stakeholders.

NA PROVA Architecture Governance; Architecture Capability; Risk Management
Fases desta seção: G GOVERNARH MUDAR

O que você vai ver

  • Governança de arquitetura e o Architecture Board
  • Capacidade de arquitetura
  • Alternativas e trade-offs
  • Requisitos de interoperabilidade
  • Gestão de riscos de arquitetura
  • Gestão de stakeholders
Conceitos-chave

O essencial da seção

Três partes da governança

Processes, Content, Organization

Processos (políticas, conformidade, disputas e dispensas), conteúdo (bibliotecas, panorama e registro) e organização (quem decide: o conselho e as responsabilidades).

Conselho de arquitetura

Architecture Board

Dá a base para as decisões, mantém as sub-arquiteturas consistentes entre si, estabelece metas de reuso e de desempenho e garante a conformidade.

Capacidade de arquitetura

Architecture Capability Framework

Seis componentes: board, compliance, contratos, governança, modelos de maturidade e skills framework (papéis, competências e proficiência).

Trade-offs

Architecture Trade-off

Compare pelo menos duas alternativas viáveis contra critérios claros (custo, prazo, risco, princípios, migração) e registre o que se aceitou perder.

Interoperabilidade

Interoperability

Três níveis: operacional (processos de negócio), de informação e técnica (serviços). Define-se cedo e é refinada fase a fase.

Risco inicial e residual

Initial and Residual Level of Risk

O risco antes da mitigação e o que sobra depois. Classifica-se por efeito e frequência, em uma escala definida no início.

Poder e interesse

Key Players, Keep Satisfied, Keep Informed, Minimal Effort

Alto poder e alto interesse: parceiros-chave. Alto poder, baixo interesse: manter satisfeitos. Baixo poder, alto interesse: manter informados. Baixos nos dois: esforço mínimo.

Para guardar

  1. Decisão sem registro é só opinião.
  2. Capacidade de arquitetura é o tamanho certo, com papéis claros.
  3. Toda decisão troca algo. Boa arquitetura registra o que aceitou perder.
  4. Interoperabilidade se define no início, e não na integração.
  5. Mitigar não zera o risco. Ele vira residual e continua no radar.
  6. O mapa de stakeholders não é uma foto. Ele se move.
Cuidado na prova

Pegadinhas desta seção

⚠ Risco residual é o que sobra depois da mitigação. O inicial é o de antes.
⚠ O Architecture Board supervisiona a governança: ele não desenha a arquitetura.
⚠ Stakeholder de alto poder e baixo interesse pede "manter satisfeito", e não "esforço mínimo".
No caso da Vitalume

No caso da Vitalume

Três alternativas para o cadastro: sistema central comprado, serviço de identidade ou cadastros federados. A matriz compara prazo, custo, risco de privacidade e esforço de migração. Marcelo, da TI, é "manter satisfeito": respeitar o legado e a estabilidade.

Agora pratique

Terminou esta seção?
Marque para acompanhar seu progresso. Fica salvo só neste navegador.

Resumo de estudo, em palavras próprias, do conteúdo desta seção do curso. Não reproduz o texto nem as figuras do padrão. Material independente, não oficial nem endossado pela The Open Group. Para o formato e as regras da certificação, consulte o site oficial da The Open Group.